quinta-feira, 16 de agosto de 2012

IPHAN LANÇA NOVAS PUBLICAÇÕES EM SÃO PAULO


O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em São Paulo (IPHAN-SP) promove o lançamento de novas publicações sobre o patrimônio cultural brasileiro. Na próxima quinta-feira, 16 de agosto, a partir das 18h, o público poderá conhecer os livros na sede do IPHAN-SP, que fica na Avenida Angélica, 626, Santa Cecília – São Paulo – SP.

As publicações integram o Projeto Editorial do Programa Monumenta / IPHAN, que desde 2006 já editou 66 títulos. São 11 linhas editoriais relacionadas às atividades de registro e valorização do patrimônio material e imaterial, bem como a projetos de restauração e recuperação de centros históricos e de geração de emprego e renda, principais objetivos do Programa Monumenta. Os livros estão à disposição no IPHAN-SP ou pelo e-mail publicacoes@iphan.gov.br.

Os novos livros

Passando a integrar a Coleção Grandes Obras e Intervenções, será lançado o livro A Matriz de Santo Antônio em Tiradentes, de Olinto Rodrigues dos Santos Filho, retratando a beleza arquitetônica e a excelência da talha no estilo barroco D. João V da Matriz de Santo Antônio, na cidade de Tiradentes em Minas Gerais. Na mesma coleção, o IPHAN lança Os Passos de Congonhas e suas Restaurações, de Myriam Ribeiro de Oliveira, que registra a restauração, pelo Programa Monumenta, do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, de Congonhas - MG.

A Coleção Roteiros do Patrimônio, conta com quatro novas publicações. Varandas de São Luís – gradis e azulejos, de Olavo Pereira da Silva, indica roteiros de visita e faz o registro das peculiaridades da arquitetura colonial que caracteriza a capital maranhense. Já em Igrejas e Conventos da Bahia, Maria Helena Flexor apresenta, em três volumes, os mais importantes conjuntos de igrejas e conventos baianos. A publicação Barroco e Rococó nas Igrejas de São João del-Rei e Tiradentes, de Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira e Olinto Rodrigues dos Santos Filho, traz em dois volumes o importante acervo do barroco e do rococó das igrejas de São João del-Rei e de Tiradentes, em Minas Gerais. Já em Barroco e Rococó nas Igrejas de Ouro Preto e Mariana, Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira e Adalgisa Arantes Campos detalham os aspectos mais importantes de monumentos religiosos, as características das obras dos grandes artistas do barroco e rococó e as celebrações ainda realizadas segundo práticas católicas tradicionais.

Integrando a Coleção Registro, o IPHAN apresenta a obra Arqueologia no Pelourinho, organizada por Rosana Najjar, para relatar o trabalho de pesquisa arqueológica na área da sétima etapa do Projeto de Recuperação do Centro Histórico de Salvador. Enquanto o Monumenta restaurava 76 imóveis, o IPHAN realizava a pesquisa arqueológica em 11 quarteirões daquele bairro do centro histórico.

Intervenções Urbanas na Recuperação de Centros Históricos, de Nabil Bonduki, faz parte da Coleção Arquitetura e retrata as questões, os desafios, os limites, as possíveis soluções para a gestão do território das cidades brasileiras, oferecendo um balanço das ações do Programa Monumenta. Na mesma coleção, o IPHAN lança Fazendas do Sul de Minas Gerais, de Cícero Ferraz, que contempla um estudo das tipologias de sedes de fazendas da região, com um inventário ilustrado, com plantas em escala, fotos e descrição de mais de setenta fazendas divididas por microrregiões.

Na série Cadernos de Memórias, serão lançados três volumes referentes ao projeto Mestres Artífices em Pernambuco, Minas Gerais e Santa Catarina. A série busca o resgate, o inventário e a permanência de saberes, práticas e técnicas construtivas tradicionais. Os volumes dedicados aos mestres artífices identificam esses profissionais em diversas regiões do país e registram os conhecimentos que utilizam no desempenho de seu ofício.

A Coleção Anais recebe três novas publicações. Os sambas brasileiros: diversidade, apropriação e salvaguarda tem Márcia Sant’Anna como organizadora. Nesta publicação o IPHAN oferece o conteúdo das palestras do seminário do I Encontro da Casa de Samba de Santo Amaro da Purificação - BA, que marcou a reabertura do Solar do Subaé, depois de completamente recuperado pelo Programa Monumenta / IPHAN. O evento reuniu pesquisadores e artistas de renome nacional para tratar das origens, das características, das diferenças e semelhanças do samba nas diversas regiões do país. I Fórum Nacional do Patrimônio Cultural, em três volumes, registra as palestras, discussões e resultados do evento de abrangência nacional realizado pelo IPHAN em parceria com a Associação Brasileira de Cidades Históricas (ABCH), na cidade de Ouro Preto, em 2009. O Fórum teve por objetivo a construção da Política Nacional de Patrimônio Cultural (PNPC), por meio da avaliação das ações em andamento e da discussão com os diferentes agentes envolvidos no sentido de definir desafios, diretrizes e estratégias de atuação. A terceira nova publicação, Patrimônio Cultural e Desenvolvimento Sustentável é um pequeno livro que consigna alguns dos mais importantes documentos que resultaram do Encontro de Especialistas em Patrimônio Mundial e Desenvolvimento Sustentável, que aconteceu em Ouro Preto - MG, entre os dias 05 e 08 de fevereiro de 2012.

Outras publicações do IPHAN também estarão na noite de autógrados. Política de Preservação do Patrimônio Cultural no Brasil, de Paula Porta, avalia em detalhes as ações desenvolvidas no campo da preservação do patrimônio cultural brasileiro na primeira década do século XXI. O Patrimônio Cultural da Imigração em Santa Catarina apresenta um dos mosaicos culturais mais diversos e singulares do Brasil, com o registro das paisagens, hábitos, saberes e fazeres resultantes das numerosas levas de imigrantes portugueses, alemães, italianos, poloneses, ucranianos, entre outros, que, desde o século XVII, povoaram Santa Catarina. Imigração Japonesa no Vale do Ribeira, produzido pelo arquiteto Rogério Bessa, traz a público um inventário temático a respeito das técnicas construtivas utilizadas pelos imigrantes japoneses que ocuparam o Vale do Ribeira em São Paulo. E Patrimônio Naval Brasileiro representa um esforço de síntese das pesquisas realizadas pelo arquiteto Dalmo Vieira Filho entre 1990 e 2009, e oferece um panorama do rico e diversificado patrimônio naval brasileiro.

Serviço:

Noite de autógrafos
Data: 16 de agosto de 2012, às 18h
Local: Sede do IPHAN / SP
Avenida Angélica 626, Santa Cecília – São Paulo – SP.

Mais informações para a imprensa:

Assessoria de Comunicação IPHAN
Adélia Soares – adelia.soares@iphan.gov.br
(61) 2024-5476 / 2024-5477


Fonte: Ascom - IPHAN / SP

quarta-feira, 6 de junho de 2012

SENADOR PEDRO SIMON APELA A CPI DO CACHOEIRA PARA CONVOVAR LUIZ PAGOT, EX DENIT


Na abertura da CPI do Cachoeira, hoje, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) apelou pela convocação do ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot. Afastado por denúncias de irregularidades junto com outros quatro funcionários (na sequência, também foi demitido o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento), Pagot declarou que deseja ser ouvido na CPI.
 
Ele (Pagot) insiste em falar na CPI sobre a atuação das empreiteiras, incluindo a Delta, e suas relações com governos e partidos, afirmou Simon. O senador também destacou a negativa da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber em suspender a quebra de sigilos fiscais e bancários da Delta.

terça-feira, 29 de maio de 2012

O ASSÉDIO AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

NUNCA A MÁXIMA SE MOSTROU TÃO APLICÁVEL: "A JUSTIÇA TARDA, MAS NÃO FALHA". O BRASIL AGUARDA O JULGAMENTO DO MENSALÃO PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. OU ACREDITAMOS NA JUSTIÇA OU DESISTIMOS DE VEZ DE SER UMA NAÇÃO CIVILIZADA.

sábado, 8 de outubro de 2011

BAIRROS DE CABEDELO RECEBEM DENOMINAÇÃO OFICIAL DA PREFEITURA

Lei nº 1.540 De 12 de Agosto de 2011.


DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE BAIRROS NO MUNICÍPIO DE CABEDELO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.


O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE CABEDELO (PB):


Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei;


Art. 1º Ficam criados, no Município de Cabedelo, os seguintes bairros, conforme as designações, descrições e delimitações constantes abaixo e do mapeamento parte integrante desta Lei, nos termos do art. 12, parágrafo único, alínea “g” da Lei Complementar Municipal nº 20, de 14 de julho de 2006:


I - BAIRRO CENTRO - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do KM 0 da BR 230, da Praça Getúlio Vargas, seguindo pela Av. Duque de Caxias, considerando apenas o lado par, prolongando-se pela Rua Pastor José Alves de Oliveira, considerando também o lado par, até encontrar o cruzamento da Rua Juarez Távora, seguindo por esta rua na direção oeste, considerando o lado ímpar, até o Estuário do Rio Paraíba, voltando na direção norte pela margem do Rio Paraíba, incluindo o cais do Porto de Cabedelo, até os limites de acesso da Fortaleza de Santa Catarina, até encontrar a Rua Francisco Serafim, prosseguindo por esta rua na direção norte no seu lado ímpar até encontrar o ponto inicial fechando a poligonal do bairro no KM 0 da BR 230;


II - BAIRRO DE SANTA CATARINA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do Km 0 da BR 230 da Praça Getúlio Vargas, seguindo na direção leste até o prolongamento da Rua Coronel José Teles, seguindo através desta na direção norte pelo seu lado ímpar até início da Rua Primo José Viana, prolongando-se na direção leste, incluindo o lado ímpar até a Rua Enivaldo Figueredo de Miranda, seguindo através desta Rua incluindo o lado ímpar na direção leste até o Oceano Atlântico, voltando pela Orla Marítima na direção oeste até o estuário do Rio Paraíba, voltando na direção sul, pela orla fluvial, incluindo parte da área portuária e Fortaleza de Santa Catarina, contornando o limite sul da Fortaleza até o encontro da Rua Francisco Serafim, seguindo através desta na direção sul, incluindo o lado par até o fechamento da poligonal do bairro no Km 0 da BR 230;


III - BAIRRO DE PONTA DE MATOS - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento do prolongamento da Rua Coronel José Téles com a Praça Getúlio Vargas, prolongando-se pela Avenida Duque de Caxias na direção sul no seu lado ímpar até a Rua Joaquim Bento de Santana, seguindo na direção leste, incluindo seu lado ímpar até a Rua Hilda Souto Maior, prolongando-se na direção sul pelo seu lado ímpar até a Rua Nelson Souto Maior Rosas, incluindo seu lado ímpar, prosseguindo por esta rua em direção leste pelo seu lado ímpar até o Oceano Atlântico, voltando pela Orla Marítima na direção norte até o final da Rua Enivaldo Figueiredo de Miranda, prolongando-se através desta rua na direção oeste pelo seu lado par até a Rua Primo José Viana, prosseguindo através desta no seu lado par até a Rua Coronel José Téles e a partir desta prolongando-se até a Praça Getúlio Vargas;


IV - BAIRRO DE MONTE CASTELO - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da Rua Joaquim Bento de Santana com a Rua Pastor José Alves de Oliveira, prolongando-se pela Rua Pastor José Alves em direção sul em seu lado ímpar até a Rua Juarez Távora, seguindo pela Rua Juarez Távora na direção leste em seu lado ímpar até o Oceano Atlântico, voltando pela Orla Marítima na direção norte até a Rua Nelson Souto Maior Rosas, seguindo pela Rua Nelson Souto Maior Rosas na direção oeste em seu lado par até a Rua Hilda Souto Maior, seguindo pela Rua Hilda Souto Maior na direção norte incluindo seu lado par até encontrar a Rua Joaquim Bento de Santana, seguindo pela Rua Joaquim Bento Santana na direção oeste em seu lado par até a Rua Pastor José Alves de Oliveira;


V - BAIRRO DE CAMALAÚ - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da Rua Pastor José Alves de Oliveira com a Rua Juarez Távora, seguindo pela Rua Pastor José Alves de Oliveira na direção sul considerando o lado par até encontrar o cruzamento da Rua Pastor José Alves de Oliveira com a Rua Monsenhor José da Silva Coutinho, seguindo por esta na direção oeste, considerando o lado ímpar até a Rua Cleto Campelo, seguindo por esta rua em direção sul pelo lado par até o encontro da Travessa do Moinho, seguindo por esta Travessa na direção oeste até o estuário do Rio Paraíba, voltando pela orla fluvial em direção norte até o prolongamento da Rua Juarez Távora, prosseguindo por esta na direção leste considerando o lado par, até encontrar o cruzamento da Rua Pasto José Alves de Oliveira com a Rua Juarez Távora, fechando assim a poligonal que determina o Bairro de Camalaú;


VI - BAIRRO DE FORMOSA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da Rua Pastor José Alves de Oliveira com a Rua Juarez Távora, seguindo pela Rua Pastor José Alves de Oliveira na direção sul, considerando o lado ímpar até encontrar a Rua Monsenhor José da Silva Coutinho, prosseguindo por esta em direção leste, considerando o lado ímpar, até a Rua José Américo de Almeida Filho, seguindo por esta em direção norte até a Rua Juarez Távora, prosseguindo através desta na direção oeste, incluindo o lado par até o cruzamento da Rua Pastor José Alves de Oliveira com a Rua Juarez Távora, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Formosa;


VII - BAIRRO DE JARDIM BRASÍLIA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da Rua Pastor José Alves de Oliveira com a Rua Monsenhor José da Silva Coutinho, prosseguindo por esta em direção sul, considerando o lado par, até a Rua Ernani Siqueira, seguindo por esta em direção oeste, considerando o lado ímpar até o encontro da Rua Antônio Paulino Serrano, seguindo por esta na direção norte, incluindo o lado ímpar e prolongando-se pela Rua Cleto Campelo na direção norte, incluindo o lado ímpar até a Rua Monsenhor José da Silva Coutinho, prosseguindo através desta na direção leste, incluindo o lado par até o cruzamento da Rua Pasto José Alves de Oliveira com a Rua Monsenhor José da Silva Coutinho, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Jardim Brasília;


VIII - BAIRRO DE AREIA DOURADA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da Rua Pastor José de Oliveira com a Rua Monsenhor José da Silva Coutinho, prosseguindo por esta em direção sul, considerando o lado ímpar, até a Rua João Targino Delgado, prosseguindo por esta em direção leste, considerando o lado ímpar até encontrar o Oceano Atlântico, voltando pela Orla Marítima na direção norte até a Rua Monsenhor José da Silva Coutinho, prosseguindo por esta na direção oeste pelo lado par até o cruzamento da Rua Pastor José Alves de Oliveira com a Rua Monsenhor José da Silva Coutinho, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Areia Dourada;


IX - BAIRRO DE JARDIM MANGUINHOS - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do encontro da Rua Antônio Paulino Serrano com a Travessa do Moinho, seguindo pela Rua Antônio Paulino Serrano na direção sul, incluindo o lado par até a Rua Ernani Siqueira, seguindo por esta Rua em direção leste, pelo lado par até a BR 230, seguindo por esta na direção sul incluindo o lado par até a Rua João Targino Delgado, prosseguindo por esta Rua em direção oeste pelo seu lado ímpar, continuando através do seu prolongamento em direção oeste, pelo lado ímpar até o estuário do Rio Paraíba, voltando pela orla fluvial em direção norte até o encontro da Travessa do Moinho, prosseguindo por esta Travessa na direção leste pelo lado par até o encontro da Rua Antônio Paulino Serrano com a Travessa do Moinho, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Jardim Manguinhos;


X - BAIRRO DE JARDIM CAMBOINHA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Rua João Targino Delgado, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado par até a Rua das Orquídeas, seguindo por esta em direção oeste lado ímpar até o Rio Paraíba, voltando pela margem fluvial na direção norte até a Rua João Targino Delgado, seguindo por esta em direção leste pelo lado par até o cruzamento da BR 230 com a Rua João Targino Delgado, fechando assim a poligonal que determina o bairro Jardim Camboinha;


XI - BAIRRO DE CAMBOINHA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Rua João Targino Delgado, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado ímpar até a Rua Augusto Garcia Lobo, seguindo por esta na direção leste pelo lado ímpar até o Oceano Atlântico, voltando pela Orla Marítima em direção norte até a Rua João Targino Delgado, seguindo por esta em direção oeste pelo lado par até o cruzamento da BR 230 com a Rua João Targino Delgado, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Camboinha;


XII - BAIRRO DO POÇO - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Rua Agostinho Garcia Lobo, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado ímpar até a Rua Otávio Novais, seguindo por esta na direção leste pelo lado ímpar até o Oceano Atlântico, voltando pela Orla Marítima em direção norte até a Rua Agostinho Garcia Lobo seguindo por esta na direção oeste pelo lado par até o cruzamento da BR 230 com a Rua Agostinho Garcia Lobo, fechando assim a poligonal que determina o bairro do Poço;


XIII - BAIRRO RECANTO DO POÇO - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Rua das Orquídeas, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado par até a Via Local Nº 09 do Loteamento Portal do Poço, seguindo por esta na direção oeste pelo lado ímpar até o Via Coletora Nº 03 do Loteamento Portal do Poço, seguindo por esta na direção norte pelo lado ímpar até a Avenida Nº 03 pelo lado ímpar do Loteamento Praia do Poço, seguindo por esta na direção oeste até o Rio Paraíba, voltando pela margem fluvial na direção norte até a Rua das Orquídeas, seguindo por esta na direção leste pelo lado par até o cruzamento da BR 230 com a Rua das Orquídeas, fechando assim a poligonal que determina o bairro do Recanto do Poço;


XIV - BAIRRO DE PONTA DE CAMPINA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Rua Otávio Novais, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado ímpar até Avenida Mar da Arábia, seguindo por esta na direção leste pelo lado ímpar até o Oceano Atlântico, voltando pela Orla Marítima em direção norte até a Rua Otávio Novais, seguindo por esta na direção oeste pelo lado par até o cruzamento da BR 230 com a rua Otávio Novais, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Ponta de Campina;


XV - BAIRRO PORTAL DO POÇO - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Via Local nº 09 do Loteamento Portal do Poço, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado par até a Avenida Por do Sol, seguindo por esta na direção oeste pelo lado ímpar até a linha férrea, voltando por esta na direção norte pelo lado ímpar até a Avenida Nº 03 do Loteamento Praia do Poço, seguindo por esta na direção leste pelo lado par até a Via Coletora Nº 03 até a via Local nº 09 do Loteamento Portal do Poço, seguindo por esta na direção leste lado par até o cruzamento da BR 230 com a Via Local Nº 09 do Loteamento Portal do Poço, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Portal do Poço;


XVI - BAIRRO DO JACARÉ - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da Avenida Nº 03 Loteamento Praia do Poço com a linha Férrea, seguindo por esta em direção sul pelo lado par até o Limite Norte de Propriedade da Marinho do Brasil, seguindo por estes limites em direção oeste pelo lado ímpar até o Rio Paraíba, voltando pela margem fluvial na direção norte até a Avenida Nº 03 do Loteamento Praia do Poço, seguindo por esta na direção leste pelo lado par até o cruzamento da Avenida nº 03 do Loteamento Praia do Poço com a Linha Férrea, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Jacaré;


XVII - BAIRRO AMAZONIA PARK - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da Avenida Por do Sol com a BR 230, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado par até a Via Local 01 do Loteamento Costa Verde, seguindo por esta na direção oeste pelo lado ímpar até o Rio Paraíba, voltando por esta margem na direção norte até o limite norte da Propriedade da Marinha do Brasil, seguindo por estes limites em direção leste pelo lado par até a linha Férrea, voltando por esta em direção norte pelo lado ímpar até a Av. Por do Sol, seguindo por esta na direção leste lado par até o cruzamento da Avenida Por do Sol com a BR 230, fechando assim a poligonal que determina o bairro Amazônia Park;


XVIII - BAIRRO DE INTERMARES - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Avenida Mar da Arábia, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado ímpar até o encontro do Lote C do Loteamento Bela Vista com a quadra 82 do Loteamento Jardim América, seguindo por esta na direção leste pelo lado ímpar até encontrar o Rio denominado Morto, seguindo pela margem deste até o Oceano Atlântico, voltando pela Orla Marítima em direção norte até a Avenida Mar da Arábia, seguindo por esta na direção oeste pelo par até o cruzamento da BR 230 com a Avenida Mar da Arábia, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Intermares;


XIX - BAIRRO DE JARDIM AMÉRICA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com o encontro do Lote C do Loteamento Bela Vista com a Quadra 82 do Loteamento Jardim América, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado ímpar até a Rua Francisco Leocadio Ribeiro Coutinho. Seguindo por esta em direção leste pelo lado ímpar até encontrar o Rio denominado Morto, seguindo pela margem deste na direção norte até a Rua Projetada do Loteamento Jardim América, seguindo por esta na direção oeste lado par até cruzamento da BR 230 com a Rua Projetada do Loteamento Jardim América, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Jardim América;


XX - BAIRRO DO RENASCER - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Via Local 01 Loteamento Costa Verde, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado par até a Rua São José, seguindo por esta em direção oeste lado ímpar e continuando pelo seu prolongamento até o Rio Paraíba, voltando por esta margem na direção norte até a Via Local 01 do Loteamento Costa Verde, seguindo por esta em direção leste lado par até o cruzamento da BR 230 com a Via Local 01 do Loteamento Costa Verde, fechando assim a poligonal que determina o bairro do Renascer;


XXI - BAIRRO PARQUE ESPERANÇA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Rua São José, seguindo pela BR 230 na direção sul lado par até a Rua Antônio Francisco de Araújo, seguindo por esta na direção oeste, lado ímpar e prosseguindo por seu prolongamento até o Rio Paraíba, voltando pela margem fluvial na direção norte até o prolongamento da Rua São José, seguindo por este prolongamento na direção leste pelo lado par até a Rua São José, seguindo por esta na direção leste lado par até o cruzamento da BR 230 com a Rua São José fechando assim a poligonal que determina o bairro Parque Esperança;


XXII - BAIRRO PARQUE VERDE - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Rua Francisco Leocadio Ribeiro Coutinho, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado ímpar até o Rio Jaguaribe, seguindo pela margem fluvial na direção norte até a Rua Francisco Leocadio Ribeiro Coutinho, seguindo por esta na direção oeste lado par até o cruzamento da BR 230 com a Rua Francisco Leocadio Ribeiro Coutinho, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Parque Verde;


XXIII - BAIRRO MORADA NOVA - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da BR 230 com a Rua Antônio Francisco de Araújo, seguindo pela BR 230 na direção sul pelo lado par até o Rio Jaguaribe, seguindo pela margem fluvial na direção norte, lado impar, até o cruzamento com a Avenida Tancredo Neves, seguindo por esta na direção norte, pela divisa da Granja Xixi lado impar até o cruzamento da Rua Sem Nome com a Rua Antonio Francisco de Araújo, seguindo por esta na direção, lado par,até o cruzamento da Rua Antonio Francisco de Araújo com a BR 230, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Morada Nova;


XXIV - BAIRRO DE SALINAS RIBAMAR - descrição dos limites envolvendo a poligonal do bairro: Área limitada a partir do cruzamento da Rua Antônio Francisco de Araújo com a Rua sem nome, seguindo pela divisa leste da Granja Xixi, na direção sul pelo lado par, até o cruzamento com a Avenida Tancredo Neves e o Rio Jaguaribe, seguindo pela margem fluvial na direção norte, até o prolongamento da Rua Antônio Francisco de Araújo, seguindo por este em direção leste, lado par, até o cruzamento da Rua Antônio Francisco de Araújo com a Rua sem nome, fechando assim a poligonal que determina o bairro de Salinas Ribamar.


Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


Art. 3º Revogam as disposições em contrário.


Paço Municipal de Cabedelo (PB), aos 12 de Agosto de 2011. 189º da independência, 122º da Republica e 55º da Emancipação Política Cabedelense.



JOSÉ FRANCISCO RÉGIS
Prefeito Constitucional

AVENIDAS E RUAS DOS BAIRROS: PORTAL DO POÇO, JACARÉ E RECANTO DO POÇO

ESTOU DISPONIBILIZANDO AQUI NO BLOG A RELAÇÃO DAS AVENIDAS E RUAS CUJAS DENOMINAÇÕES JÁ FORAM OFICIALIZADAS PELA PREFEITURA DO NOSSO MUNICÍPIO:


AVENIDA 3
AVENIDA CAPITÃO JOÃO MAURÍCIO CAMPOS DE MEDEIROS
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.410
30/06/2008

AVENIDA 8
AVENIDA MARIA DE OLIVEIRA GOMES
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.451
22/06/2009

RUA 28
RUA ROSEMIRO RODRIGUES DE LIMA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.337
28/12/2006

RUA 39
RUA GERALDO PESSOA DE CARVALHO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.126
28/11/2002

RUA 40
RUA SEBASTIÃO ANTÔNIO DA SILVA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.126
28/11/2002

RUA 41
RUA CARINE CRISTINA MONTEIRO DA SILVA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.126
28/11/2002

RUA 45
RUA YOLANDA SOUZA DA COSTA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.126
28/11/2002

RUA 46
RUA OVIDIA EZIDRO DE OLIVEIRA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.126
28/11/2002

RUA 47
RUA AUGUSTA NEVES DA SILVA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.126
28/11/2002

RUA 48
RUA ALICE ISIDRO DA SILVA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.219
10/12/2004

RUA 50
RUA MARIA MARGARIDA DE ANDRADE
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.378
12/11/2007

AVENIDA COLETORA 01
AVENIDA XARÉU
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

AVENIDA COLETORA 02
RUA DA ARABAIANA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

AVENIDA COLETORA 03
AVENIDA CAVALO MARINHO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

VIA LOCAL 02
RUA DO MERO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

VIA LOCAL 03
RUA AGENTE FISCAL PEDRO MENEZES FILHO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.140
27/12/2002

VIA LOCAL 04
RUA DO MARLIM AZUL
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

VIA LOCAL 05
RUA ATUM
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

VIA LOCAL 06
RUA DA CIOBA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

VIA LOCAL 07
RUA DO DOURADO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

VIA LOCAL 08
RUA DO GOLFINHO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

VIA LOCAL 09
RUA DA GAROUPA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.149
14/05/2003

AVENIDA 04
RUA MILTON MACEDO DA CRUZ
JACARÉ
LEI Nº 1.489
24/03/2010

AVENIDA 06
AVENIDA ARAÇÁ
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

AVENIDA 09
AVENIDA IMBIRIDIBA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 08
RUA JOÃO COELHO DE BULHÕES
JACARÉ
LEI Nº 1.205
05/07/2004

RUA 26
RUA AILDES COSTA DE OLIVEIRA
JACARÉ
LEI Nº 1.207
05/07/2004

RUA 42
RUA MARIA VENÂNCIO DE CARVALHO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 961
27/09/1999

RUA 51
RUA MANGUE VERMELHO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 52
RUA GUARABIRA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 53
RUA ALGODÃO DA PRAIA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 54
RUA PAU BRASIL
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 55
RUA APICUM
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 56
RUA AMESCLA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 57
RUA JATOBÁ
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 58
RUA INGÁ
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 59
RUA MURICI
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 60
RUA CAJUEIRO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 61
RUA GRAVIOLA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 62
RUA MANGABA
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 63
RUA MARIZEIRO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 64
RUA MANGUE SECO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 65
RUA MANGUE BRANCO
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 66
RUA GUAJIRU
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 67
RUA GOITI
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

RUA 68
RUA CAJÁ
PORTAL DO POÇO
LEI Nº 1.189
11/06/2004

VIA COLETORA 03
RUA PORTO DE SANTOS
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 04
RUA PORTO JARAGUÁ
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 05
RUA PORTO MONTE
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 06
RUA PORTO NATAL
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 13
RUA PORTO CASCAIS
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 14
RUA PORTO MADEIRA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 15
RUA PORTO KIRENYA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 16
RUA PORTO NIZA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 17
RUA PORTO ITAGUAÍ
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 18
RUA PORTO GALÍCIA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 19
RUA PORTO DEL PLATA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 20
RUA PORTO DE CERVO
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 21
RUA PORTO ARATU
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 22
RUA PORTO RAVENA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 23
RUA PORTO LERICI
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 24
RUA PORTO PALMAS
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 25
RUA PORTO SUAPE
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 26
RUA PORTO VENEZA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 27
RUA PORTO DE SANTO JULIANS
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 28
RUA PORTO POLUNOS
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 29
RUA PORTO CABEDELO
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 30
RUA PORTO MARSEILLE
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 31
RUA PORTO GENOVA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 32
RUA PORTO ALEGRE
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 33
RUA PORTO PARANAGUÁ
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 34
RUA PORTO DE ILHÉUS
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 35
RUA PORTO DO CAPIM
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 36
RUA PORTO MUCURIPE
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 37
RUA PORTO PETROLINA
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 38
RUA PORTO ITAQUI
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

VIA COLETORA 39
RUA PORTO ANGRA DOS REIS
RECANTO DO POÇO
LEI Nº 1.443
22/05/2009

RUA PROJETADA, PARALELA A LINHA FÉRREA
RUA JAIR CUNHA CAVALCANTI
JACARÉ
LEI Nº 1.130
27/12/2002






1.283, DE 29/03/2006
PUBLICADA NO QOC DE 16 A 31/03/2006.
DO VEREADOR FÁBIO ARAUJO
DISPÕE SOBRE A CAMPANHA PERMANENTE DE INCENTIVO À ARBORIZAÇÃO DE RUAS, PRAÇAS E JARDINS DA CIDADE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
(PROJETO DE LEI N° 071/2006)


1.301, DE 28/06/2006
PUBLICADA NO QOC DE 01 A 15/07/2006.
DO VEREADOR LUCENA FILHO
REVOGA O INCISO V, DA LEI N° 1.149/2003, MANTENDO EM VIGOR A LEI N° 1.140/2002, QUE DENOMINA DE RUA AGENTE FISCAL PEDRO MENEZES FILHO A ATUAL VIA LOCAL 03 DO LOTEAMENTO PORTAL DO POÇO, NESTE MUNICÍPIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
(PROJETO DE LEI N° 087/2006)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

DISCURSO DO PAPA BENTO XVI AOS PRELADOS DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL (REGIONAL NORDESTE V) EM VISITA “AD LIMINA APOSTOLORUM”

Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010

Amados Irmãos no Episcopado,

«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. Gaudium et spes, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal?

QUANDO OS PROJETOS POLÍTICOS CONTEMPLAM, ABERTA OU VELADAMENTE, A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO OU DA EUTANÁSIA, O IDEAL DEMOCRÁTICO – QUE SÓ É VERDADEIRAMENTE TAL QUANDO RECONHECE E TUTELA A DIGNIDADE DE TODA A PESSOA HUMANA – É ATRAIÇOADO NAS SUAS BASES (CF. EVANGELIUM VITÆ, 74). PORTANTO, CAROS IRMÃOS NO EPISCOPADO, AO DEFENDER A VIDA «NÃO DEVEMOS TEMER A OPOSIÇÃO E A IMPOPULARIDADE, RECUSANDO QUALQUER COMPROMISSO E AMBIGÜIDADE QUE NOS CONFORMEM COM A MENTALIDADE DESTE MUNDO» (ibidem,82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. Gaudium et spes 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17 de setembro de 2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

SERRA E O MEIO AMBIENTE*

Marina Silva pode, ou não, apoiar a candidatura de José Serra no segundo turno. Veremos sua decisão.

De uma coisa podem estar certos: ela conhece, e bem, nossa posição sobre a agenda da sustentabilidade. E a valorosa Senadora do Acre sabe que o governo de Serra em São Paulo tomou medidas efetivas, com bons resultados, na defesa ecológica. Ela testemunhou, lá em Copenhague, na COP-15, a ousadia paulista na defesa do clima.

Marina Silva também sabe, há mais tempo, da proximidade do PSDB com a agenda socioambiental, desde quando realizou exitosas parcerias com Ruth Cardoso, no programa Comunidade Solidária. Descobriu, naquela época, a ligação do então presidente Fernando Henrique Cardoso com a agenda global, fato importante para o sucesso da grande Conferência Rio-92.

Ela viu nascer, durante o governo de FHC, as legislações estruturantes do SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) e dos Recursos Hídricos e da ANA (Agência Nacional das Águas), e as leis normatizadoras de Educação Ambiental e dos crimes ambientais. Apoiou a elevação da reserva legal na Amazônia de 50% para 80%, bem como a criação das reservas extrativistas, pelas quais militava com Chico Mendes. Marina Silva respeita a história tucana na questão da sustentabilidade.

José Serra visualiza o ambientalismo a partir de um raciocínio desenvolvimentista. Seu grande mentor se chama Ignacy Sachs, o economista que é pai do Ecodesenvolvimento. Economia Verde é o grande conceito para Serra.

Ele defende que o ativismo do Estado e a educação ambiental, que forma o cidadão consciente, impulsionarão uma nova economia, não predatória e de baixo carbono. O mercado vai valorizar o produto ecológico e depreciar o poluidor.

Contando com total apoio, trabalhei ao lado de José Serra no governo de São Paulo. Criamos uma agenda estratégica na Secretaria de Meio Ambiente. Menos discussão, mais resultado, me orientou o Governador. Surgiu, assim, o ambientalismo em ação.

Agimos de forma transparente e articulada, com respaldo do CONSEMA (Conselho Estadual do Meio Ambiente) e da Assembleia Legislativa. Estabelecemos parcerias de trabalho com as entidades ambientalistas, como a SOS Mata Atlântica, o WWF, o Greenpeace, o Instituto Socioambiental (ISA), a Amigos da Terra.

Negociamos com o setor produtivo, na construção civil, na indústria, na agricultura, as medidas necessárias para avançar na proteção do Meio Ambiente. São Paulo fez com orgulho sua lição de casa ambiental.

Fatos são mais importantes que palavras. Destaco aqui 21 ações ambientais concretas do governo Serra:

1) Fim dos lixões municipais;
2) Aprovação da lei de mudanças climáticas;
3) Projeto "Criança Ecológica”, de educação ambiental;
4) Fortalecimento da CETESB, unificando o licenciamento ambiental;
5) Apoio ao ecoturismo;
6) Reforço da Polícia Ambiental;
7) Fortalecimento dos comitês de bacias hidrográficas;
8) Descentralização via Município VerdeAzul;
9) Elaboração dos planos de manejo e estruturação dos conselhos dos parques;
10) Nova regulamentação dos mananciais metropolitanos;
11) Recuperação das matas ciliares;
12) Fim das queimadas de cana;
13) Proteção absoluta da Serra do Mar;
14) Licenciamento obrigatório dos postos de gasolina;
15) Financiamento da economia verde na Nossa Caixa Desenvolvimento;
16) Apoio à pesquisa científica sobre biodiversidade;
17) Redução do desmatamento no Estado;
18) Lei de proteção do cerrado paulista;
19) Combate à madeira ilegal da Amazônia;
20) Taxa de reposição florestal;
21) Introdução do pagamento por serviços ambientais aos agricultores familiares.

O município de São Paulo, com Eduardo Jorge à frente, implantou a inspeção veicular ambiental obrigatória, tendo a CETESB como agente técnico do inédito programa.

Junto com Fábio Feldman e muitas entidades, o governo estadual acionou na Justiça a Petrobras e a ANP exigindo, e parcialmente conseguindo, através de acordo judicial, a distribuição do óleo diesel limpo (D 50) nas dez maiores regiões metropolitanas do Brasil.

Nem o PSDB nem José Serra temem o debate ambiental, pois nós somos protagonistas da agenda da sustentabilidade. Baseado no conteúdo das ideias e na prática das ações, demonstramos vontade e tranquilidade para receber o apoio dos verdes no segundo turno das eleições presidenciais para José Serra.

Aliados ao PV, juntaremos forças e, certamente, vamos acelerar a construção da economia verde do futuro.

Bom para o Brasil. Melhor para a cidadania.

XICO GRAZIANO*
Articulador do "Proposta Serra"

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

PESSOAS INCORRÍGIVEIS

Os latinos tinham plena clareza a respeito da nocividade dos erros na vida da sociedade e clara consciência quanto à possibilidade de sua correção, por parte das pessoas. Sabiam que a vida é um aprendizado constante, tanto no tocante àquilo que de bom acontece, quanto em relação àquilo que representa um dano para a coletividade e para as pessoas. Segundo eles e a pedagogia de todos os tempos, há sempre uma possibilidade de alguém corrigir os erros, desde que procure extrair deles as devidas lições. Sabiam no passado e hoje todos confirmam que “Errando discitur” (Errando se aprende). Assim, caindo em seus primeiros passos, a criança aprende a se firmar melhor, a fim de evitar novas quedas; os adolescentes e jovens, em seu ímpeto de afirmação, cometem erros que são evitados quando tomam consciência das consequências prejudiciais de seu comportamento; adultos não estão imunes de erros e, embora tardiamente, muitos reconsideram os seus atos, em razão dos males causados.

Na vida das pessoas, constatam-se erros que causam males de natureza física, moral e social. Nessa linha, apesar do conhecimento sobre a nocividade do fumo e do álcool, muitas pessoas contraem doenças que são prejudiciais ao seu organismo e, mesmo assim, não se corrigem, em tempo. O pecado se situa no plano dos erros morais que, na verdade, podem ser evitados, até porque, como ensina São Paulo, ninguém pode ser tentado acima de sua capacidade de resistência. (cf. 1Cor, 10,13) Na ordem social, há, igualmente, muitos erros cometidos por pessoas que têm a responsabilidade de administrar a ordem pública, com a necessária lisura, transparência e honestidade.

Muitos erros e abusos cometidos na administração pública estão sendo coibidos por uma vigilância maior dos Tribunais de Conta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, pela implementação de uma legislação fiscal mais rigorosa, por um sistema de fiscalização mais eficiente e por uma participação cidadã mais efetiva da população. Também nesse campo, há erros corrigíveis e isso está acontecendo, através de medidas preventivas e punitivas que a legislação impõe, a exemplo da legislação eleitoral que exige “Ficha Limpa” de candidatos a cargos públicos, punindo-os com a perda do direito de registro de candidatura ou afastando-os da função, se já em exercício de mandato eletivo. A sociedade constata que muitos erros estão sendo corrigidos nessa matéria, graças a essas providências.

No entanto, há pessoas incorrigíveis, no exercício de suas atividades. A sociedade acompanha, com perplexidade, o que aconteceu na Receita Federal e na Casa Civil da Presidência da República, envolvendo figuras ocultas da política partidária, personagens graduadas da administração pública e pessoas identificadas do mundo empresarial. Dessa maneira, erros da mesma natureza, cometidos por administradores públicos, políticos e empresários, em passado mais ou menos recente, continuam se reproduzindo na prática de pessoas que têm funções constitucionais de zelar pelo bem comum. O problema tem sua complexidade porque envolve pessoas que, além de serem pagas pelos cofres públicos, tiram proveito de uma administração infiel, por participação direta, cumplicidade ou omissão. O caso ocorrido na Receita Federal, muito provavelmente, tem conotação político-partidária, especialmente, por vir à tona no contexto do período eleitoral, e não deixa de ser preocupante porque a vida privada de contribuintes está sendo devassada, com fins escusos. O que ocorreu na Casa Civil aponta na direção de “tráfico de influência”, de proveito financeiro de burocratas e de favorecimento a terceiros.

Lamentavelmente, mais uma vez, a sociedade brasileira reconhece que, em matéria de corrupção, há pessoas incorrigíveis, no âmbito da administração pública e do mundo empresarial.

Dom Genival Saraiva de França

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

VIVA O BRASIL QUE EXISTE EM CADA UM DE NÓS

Comemorar a nossa Independência é celebrar um País livre, dono de sua própria história e consciente de suas raízes e origens. Este ano o tema escolhido para a festa de 7 de setembro é a cultura como ferramenta a promoção da paz, um elogio à pluralidade do nosso povo, que, graças a sua diversidade, soube transformar o convívio entre as diferenças na sua maior força. No Brasil, a riqueza de nossa cultura reforça os laços entre os cidadãos. A convivência harmoniosa dos brasileiros é fruto do respeito, da tolerância e da cooperação que ecoam nos quatro cantos do País. Somos filhos de uma mistura de rítmos, cores e sabores, a prova de que as diferenças podem e devem viver em paz. E nada melhor que o dia de nossa Independência para celebrarmos o que nos faz ainda maiores, a nossa cultura.

Aproveite a festa. E viva o Brasil que existe dentro de você.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

MORADORES DO LOTEAMENTO PRAIA DO POÇO, PORTAL DO POÇO E ESTEFANNE PALHANO SOFREM MAIS UMA VEZ COM AS CHUVAS

 

 

 

 


AS RECENTES CHUVAS EM CABEDELO TROUXERAM A TONA UM VELHO PROBLEMA QUE ASSOLA OS MORADORES DOS LOTEAMENTOS PRAIA DO POÇO, PORTAL DO POÇO E ESTEFANNE PALHANO. ESTE É APENAS O MAIS GRAVE DOS PROBLEMAS QUE ATINGEM OS CIDADÃOS, MAS NÃO É O ÚNICO:

1 - NENHUMA DAS RUAS OU AVENIDAS DO BAIRRO SÃO CALÇADAS:

2 - FALTA DENOMINAÇÃO EM MUITAS RUAS E AS QUE POSSUEM NÃO SÃO IDENTIFICADAS EM SUA TOTALIDADE;

3 - A COLETA DO LIXO NÃO SE ESTENDE A TODAS AS RUAS, MAS CERTAMENTE A EMPRESA RESPONSÁVEL RECEBE PARA ISTO E A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL PODE ESTAR SENDO LUDIBRIADA PELA MESMA;

4 - A LINHA DE ÔNIBUS JACARÉ / INTERMARES ESTENDE-SE ATÉ AS IMEDIAÇÕES DA IGREJA ADVENTISTA OBRIGANDO OS MORADORES QUE RESIDEM MAIS À FRENTE A FAZER UM LONGO TRAJETO A PÉ, O PROBLEMA ATINGE PRINCIPALMENTE OS IDOSOS E PORTADORES DE DEFICIÊNCIA;

5 - A ILUMINAÇÃO PÚBLICA É DEFICIENTE, PRINCIPALMENTE NAS AVENIDAS QUE SÃO MAIS LARGAS O QUE TORNA AS LUNINÁRIAS ATUAIS OBSOLETAS;

6 - NÃO HÁ ABRIGO PARA OS PASSAGEIROS QUE AGUARDAM OS ÔNIBUS, NA BR 230 (NAS PARADAS EM FRENTE AO LOJÃO DECOR E ARCO) E NEM PRÓXIMO A IGREJA ADVENTISTA;

7 - A COBERTURA VEGETAL DAS RUAS E AVENIDAS PRECISA SER POSTA EM PRÁTICA ATENDENDO A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL JÁ EXISTENTE;

MAIS RECENTEMENTE UM ASSUNTO ESTÁ TIRANDO O SONO DOS MORADORES - A CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES - SABEMOS QUE A MORADIA É UM DIREITO DE CADA CIDADÃO E QUE A ATUAL GESTÃO TEM SE ESFORÇADO PARA MINIMIZAR O DÉFICIT HABITACIONAL EM NOSSO MUNICÍPIO, MAS O LOCAL ONDE AS MESMAS ESTÃO SENDO CONSTRUÍDAS, A QUANTIDADE E PRINCIPALMENTE A FALTA DE COMUNICAÇÃO ENTRE A PREFEITURA E OS MORADORES É ALGO QUE PRECISA SER REVISTO PELA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL. MORADORES QUE INVESTIRAM EM SEU SONHO E CONSTRUÍRAM CASAS DE PADRÃO MAIS ELEVADO DE UMA HORA PARA OUTRA VEEM SEUS IMÓVEIS SEREM DESVALORIZADOS.

NUNCA É TARDE PARA LEMBRAR QUE TAMBÉM SOMOS CIDADÃOS, TAMBÉM SOMOS ELEITORES DE CABEDELO, TEMOS NOSSAS OBRIGAÇÕES E NOSSOS DIREITOS.

O EDITOR DESTE BLOG TENTA SER IMPARCIAL E ENXERGA QUANDO A ADMINISTRAÇÃO ACERTA, INCLUSIVE PUBLICANDO ESTES ACERTOS, COMO FOI O CASO DA DOAÇÃO DOS TERRENOS AO ESTADO PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO.

DESDE O INÍCIO FAZEMOS QUESTÃO DE DIZER QUE VEMOS NESTE BLOG UM CANAL PARA O EXERCÍCIO DA DEMOCRACIA E ESPERAMOS SER VISTOS DESTA FORMA.


ADM. ADELMO DE MEDEIROS
CRA / PB Nº 2235



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quinta-feira, 7 de maio de 2009

CÂMARA AUTORIZA DOAÇÃO DE TERRENO AO ESTADO PARA CONSTRUÇÃO DE ESCOLA

OS VEREADORES VOTARAM EM REGIME DE URGÊNCIA E APROVARAM POR UNANIMIDADE, NA SESSÃO DE ONTEM (16), O PROJETO DE LEI Nº 015/2009, ENCAMINHADO PELA PREFEITURA, QUE AUTORIZA O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL A DOAR LOTE DE TERRENO, PERTENCENTE AO PATRIMÔNIO DO MUNICÍPIO, AO GOVERNO DA PARAÍBA, PARA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO, ATENDENDO A DEMANDA DOS ESTUDANTES CABEDELENSES.

O LOTE A SER DOADO SITUA-SE NO LOTEAMENTO PRAIA DO POÇO, EM JACARÉ, E O PROJETO PREVÊ QUE A DOAÇÃO SERÁ REVOGADA CASO O DONATÁRIO NÃO INICIE O CUMPRIMENTO DA FINALIDADE ESPECÍFICA DE CONSTRUÇÃO DA ESCOLA NO PRAZO MÁXIMO DE DOIS ANOS.

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CÂMARA MUNICIPAL DE CABEDELO

quarta-feira, 8 de abril de 2009

AÇUDE GARGALHEIRA: 100 ANOS DE MEMÓRIAS E 50 ANOS DE INAUGURAÇÃO

PROGRAMAÇÃO / CONVITE

NO PERÍODO DE 30/04 A 01/05/2009, OS ACARIENSES E VISITANTES ESTARÃO REUNIDOS NO XII FESTIVAL DE PESCADO DO SERIDÓ, EM GARGALHEIRA – ACARI / RN. SERÁ UMA GRANDE OPORTUNIDADE DE JUNTOS COMEMORARMOS OS 100 ANOS DE MEMÓRIAS E 50 ANOS DE INAUGURAÇÃO DO GARGALHEIRA (AÇUDE PÚBLICO MARECHAL DUTRA - DNOCS). E, TAMBÉM REALIZAR EXCELENTES NEGÓCIOS, TROCAR EXPERIÊNCIAS E APERFEIÇOAR AS TÉCNICAS UTILIZADAS NA PRODUÇÃO DE PESCADO E NO DESENVOLVIMENTO DO ARRANJO PRODUTIVO DA AQÜICULTURA, TURISMO E ARTESANATO POTIGUAR.

DIA 30/04 (QUINTA-FEIRA): COMEMORAÇÕES ALUSIVAS AO JUBILEU DO GARGALHEIRA

15h00: SESSÃO SOLENE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO RIO GRANDE DO NORTE - HOMENAGEM AOS 50 ANOS DE INAUGURAÇÃO DO AÇUDE MARECHAL DUTRA (GARGALHEIRA) E AOS 100 ANOS DO DNOCS.
LOCAL: MUNICIPAL CLUBE DE ACARI

16h30: BENÇÃO DO AÇUDE GARGALHEIRA
LOCAL: AÇUDE GARGALHEIRA

17h00: ATO OFICIAL

EVENTOS:
SOLENIDADE EM COMEMORAÇÃO AOS 50 ANOS DE INAUGURAÇÃO DO AÇUDE GARGALHEIRA E 100 ANOS DO DNOCS
ASSINATURA DA ORDEM DE SERVIÇO PARA A RECUPERAÇÃO DO MACIÇO EM CONCRETO E URBANIZAÇÃO DO PAISAGISMO DO AÇUDE GARGALHEIRA
APOSICIONAMENTO DA PLACA COMEMORATIVA
APRESENTAÇÃO DA FILARMÔNICA 24 DE OUTUBRO (CRUZETA)
LOCAL: LARGO DA PAREDE DO GARGALHEIRA

21h00: SHOW MUSICAL DO CANTOR RAIMUNDO FAGNER
LOCAL: LARGO DA PRAÇA CENTRAL DE ACARI

DIA 01//05 (SEXTA-FEIRA):

06h00: ALVORADA FESTIVA - FILARMÔNICA CULTURAL MAESTRO FELINTO LÚCIO DANTAS - ACARI / RN

08h00: MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS
LOCAL: MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA GUIA

10h00: CONFRATERNIZAÇÃO EM HOMENAGEM AOS SERVIDORES DO DNOCS
APRESENTAÇÃO DA FILARMÔNICA CULTURAL MAESTRO FELINTO LUCIO DANTAS
LOCAL: CLUBE RECREATIVO DE GARGALHEIRA

20h00: ABERTURA OFICIAL DO XII FESTIVAL DE PESCADO DO SERIDÓ/2009
LOCAL: TERMINAL TURÍSTICO OSCAR ALBERTO

22h00: FORRÓ DO PISCICULTOR
LOCAL: LARGO DA QUADRA EM GARGALHEIRA
DE 01 A 03/05: FEIRA DE ARTESANATO E FESTIVAL GASTRONÔMICO DE PESCADO
LOCAL: LARGO DO EVENTO

DIA 02/05/2009 (SÁBADO):

07h00: I TRILHA ECOLÓGICA DO GARGALHEIRA (GRUPO PEGADAS E VITÓRIA RÉGIA TURISMO)
XIV SEMINÁRIO DE AQÜICULTURA DO SERIDÓ “SEJA FISGADO POR ESTE NEGÓCIO”
LOCAL: AUDITÓRIO DO CLUBE GARGALHEIRA

07h30: CREDENCIAMENTO

08h00: ABERTURA OFICIAL

08h30: PALESTRA I - ESTATÍSTICA PESQUEIRA EM ÁGUAS CONTINENTAIS
PALESTRANTE: PROF. ANTONIO CORTEZ (SUBSECRETÁRIO DE PESCA E AQÜICULTURA / SAPE)

09h00: PALESTRA II - DIAGNÓSTICO DA BARRAGEM DE GARGALHEIRA
PALESTRANTE: MS. ANTONIO MARCOS NASCIMENTO (PÓS-GRADUAÇÃO EM MEIO AMBIENTE E COORDENADOR DO SETOR DE AQUICULTURA / DNOCS)

09h20: PALESTRA III – DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO
PALESTRANTE: EMÍDIO GONÇALVES MEDEIROS (ARTICULADOR TERRITORIAL / ADESE)

12h00: ENCERRAMENTO DO SEMINÁRIO (ALMOÇO LIVRE)

21h00: ATIVIDADE ARTÍSTICO CULTURAL – LARGO DA QUADRA
CONCURSO DA GAROTA DO PESCADO / 2009

22h00: FORRÓ DO PISCICULTOR
LOCAL: LARGO DA QUADRA

DIA 03.05.2009 (DOMINGO):

GINCANAS DESPORTIVAS

08h00: CONCURSO PESCA EM ANZOL

09h00: CONCURSO DE NADO LIVRE / FEMININO

09h30: CONCURSO DE NADO LIVRE / MASCULINO

10h00: CORRIDA DE CANOAS / FEMININO

10h30: CORRIDA DE CANOAS / MASCULINO

12h00: ENCERRAMENTO DO XII FESTIVAL DE PESCADO DO SERIDÓ

ENTREGA DE CERTIFICAÇÃO E PREMIAÇÃO

14h00: TARDE DE SOL / ANIMAÇÃO / BANDA DE FORRÓ

terça-feira, 31 de março de 2009

ORDEM DO DIA DO COMANDANTE DO EXÉRCITO BRASILEIRO - 31 DE MARÇO 2009

UMA NAÇÃO AMADURECE, SE APRIMORA E SE AFIRMA QUANDO CONSEGUE CONSTRUIR, POR VONTADE PRÓPRIA, SUA HISTÓRIA. E HISTÓRIA SÓ SE ESCREVE COM MAIÚSCULA QUANDO ACONTECIMENTOS MARCANTES SE AFASTAM DAS PAIXÕES DO MOMENTO E PASSAM PELO CRIVO DA IMPARCIALIDADE E DA EQÜIDISTÂNCIA DAS PARTES ENVOLVIDAS.
A TRAJETÓRIA DE NOSSO PAÍS PÓS-INDEPENDÊNCIA É PLENA DE ACONTECIMENTOS QUE CONTRIBUÍRAM, DE FORMA DIRETA OU INDIRETA, PARA O PROCESSO DE SOLIDIFICAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES. O TEMPO E O ESPÍRITO CÍVICO DE NOSSA GENTE PERMITIRAM QUE CRESCÊSSEMOS EM BUSCA DE UM FUTURO MAIS JUSTO.
NOS CENÁRIOS DE CADA ÉPOCA, DO IMPÉRIO ATÉ OS DIAS ATUAIS, PUDEMOS ASSISTIR À CONSTRUÇÃO DE UM EXÉRCITO QUE É PARCELA ATIVA DA SOCIEDADE BRASILEIRA, REPRESENTADO EM SUAS FILEIRAS POR TODAS AS CAMADAS SOCIAIS, SEGMENTOS RACIAIS, CREDOS RELIGIOSOS E TOTALMENTE AFINADO COM OS ANSEIOS E ASPIRAÇÕES DO NOSSO POVO.
ESSE EXÉRCITO – O SEU EXÉRCITO – ORGULHA-SE DO PASSADO, PORQUE NELE OS VALORES E POSTULADOS DA INSTITUIÇÃO, QUE SE CONFUNDEM COM OS DA PRÓPRIA NAÇÃO BRASILEIRA, NASCERAM E SE CONSOLIDARAM.
ESSE EXÉRCITO – O SEU EXÉRCITO – CONSIDERA QUE ESSE PASSADO PERTENCE À HISTÓRIA , E VOLTA-SE PARA O FUTURO, TRABALHANDO PELO DESENVOLVIMENTO NACIONAL E EMPREGANDO A MÃO AMIGA DE SUA GENTE TODA VEZ QUE NECESSIDADES, URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS CLAMAM POR SUA PRESENÇA.
ESSE EXÉRCITO – O SEU EXÉRCITO – RECEBEU E RECEBE, DE BRAÇOS ABERTOS, EM SUAS CASERNAS, SUCESSIVAS GERAÇÕES, PARA LHES TRANSMITIR, DE FORMA INIGUALÁVEL, LIÇÕES DE PATRIOTISMO E EXEMPLOS DE SERVIDÃO CÍVICA, DE ABNEGAÇÃO IRRESTRITA, DE ÉTICA E DE PROBIDADE.
ESSE EXÉRCITO – O SEU EXÉRCITO – JUNTAMENTE COM MARINHA E AERONÁUTICA, SABIAMENTE GARANTIU E GARANTE A SOBERANIA E A INTEGRIDADE NACIONAIS, EM CLIMA DE PAZ E TRANQÜILIDADE, BASEADO NO RESPEITO AOS VIZINHOS E NA AUTODETERMINAÇÃO DOS POVOS, MAS, TAMBÉM, NA DISSUASÃO SILENCIOSA, NA EFICÁCIA EVIDENTE E NA COMPETÊNCIA RECONHECIDA.
ESSE EXÉRCITO – O SEU EXÉRCITO – EMPREGA, DIARIAMENTE, AQUILO QUE POSSUI DE MAIS VALIOSO – A ENERGIA E A DEDICAÇÃO DE SEUS INTEGRANTES, SOLDADOS E SERVIDORES CIVIS, HOMENS E MULHERES, EM PROL DA CONSTRUÇÃO DE UM AMANHÃ MELHOR.
ESSE EXÉRCITO – O SEU EXÉRCITO – É CONCILIADOR SEM PERDER A ALTIVEZ, GENEROSO COM OS VENCIDOS, NOBRE NAS ATITUDES, RESPEITADOR DA LEI, AVESSO AOS RESSENTIMENTOS – HERDEIRO LEGÍTIMO QUE É DO DUQUE DE CAXIAS, NOSSO PATRONO MAIOR, O PACIFICADOR.
NESSE CONTEXTO, O 31 DE MARÇO INSERE-SE, POIS, NA HISTÓRIA PÁTRIA E É SOB O PRISMA DOS VALORES IMUTÁVEIS DE NOSSA FORÇA E DA DINÂMICA CONJUNTURAL QUE O ENTENDEMOS. É MEMÓRIA, DIGNIFICADO À ÉPOCA PELO INCONTESTÁVEL APOIO POPULAR, E UNE-SE, VIGOROSAMENTE, AOS DEMAIS ACONTECIMENTOS VIVIDOS, PARA ALICERÇAR, EM CADA BRASILEIRO, A CONVICÇÃO PERENE DE QUE PRESERVAR A DEMOCRACIA É DEVER NACIONAL.


GENERAL-DE-EXÉRCITO ENZO MARTINS PERI
COMANDANTE DO EXÉRCITO

segunda-feira, 9 de março de 2009

PRESIDENTE DA PBTUR É O VICE-PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO CTI / NE.

O NOVO PRESIDENTE DA PBTUR - EMPRESA DE PARAIBANA DE TURISMO S/A, RODRIGO FREIRE, FOI EMPOSSADO SEGUNDO VICE-PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO COMISSÃO DE TURISMO INTEGRADO DO NORDESTE – CTI / NE.

A NOVA DIRETORIA TEM A FRENTE O PRESIDENTE BISMARK MAIA, SECRETÁRIO DE TURISMO DO CEARÁ, E O PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE FERNANDO FERNANDES, SECRETÁRIO DE TURISMO DO RIO GRANDE DO NORTE.

BISMARK MAIA ASSUMIU O COMANDO DA FUNDAÇÃO CTI / NE PARA OS PRÓXIMOS DOIS ANOS, EM SUBSTITUIÇÃO A VIRGÍNIO LOUREIRO. A POSSE DA NOVA DIRETORIA ACONTECEU NESTA SEGUNDA-FEIRA (9), NO HOTEL RECIFE PALACE, NA CAPITAL PERNAMBUCANA, DURANTE A REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA CTI / NE.

RODRIGO FREIRE DESTACOU A ATUAÇÃO DA CTI / NORDESTE PARA O FORTALECIMENTO DO TURISMO NO DESENVOLVIMENTO NA REGIÃO.